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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Livro reúne curiosidades sobre cabelos


Índios e africanos tiveram forte influência em nossa paixão pelos cuidados com os fios, segundo a jornalista Leusa Araujo, autora do Livro do Cabelo.

Lisos, cacheados, crespos, coloridos, brancos… Por 6 anos, Leusa Araujo pesquisou tipos de fios e penteados e sua relação com diferentes culturas e momentos históricos para escrever o Livro do Cabelo (Editora Leya, R$ 69,90). Na obra recém-lançada, a jornalista mostra como o estilo acompanha transformações na sociedade – “Os fios soltos e à mostra ainda são um forte símbolo de liberdade para as mulheres”, diz – e investiga a importância que as brasileiras dão ao assunto. Segundo Leusa, esse é um traço forte de nossas origens indígena e africana. “Só em uma pequeno região da África (no Benin) existiam pelo menos 16 penteados para ‘dizer’ que a mulher estava noiva, menstruada, grávida do primeiro filho, por aí adiante!”

O processo de libertação da aparência dos cabelos é recente. Em 1917, o corte [curto e reto] feito pelo cabeleireiro parisiense Antoine [a quem se atribui o famoso penteado de Coco Chanel] marca, depois de séculos, uma revolução de costumes, já que homens e mulheres quase sempre se distinguiram pelo comprimento das madeixas. O momento era a Primeira Guerra Mundial, quando boa parte das mulheres em toda a Europa ficou à mercê de seus próprios recursos para sobreviver. Elas ganharam as ruas e começaram a fumar e beber em público como se dissessem: “Olha, olha, agora que os homens não estão eu posso ir para a rua, fazer o que eles fazem!”. Além disso, a guerra provocou a escassez de produtos de higiene e do tempo dedicado aos penteados elaborados. Saem os coques altos e fofos sob chapéus mirabolantes e entra o estilo chanel, com cabelos curtos e pequenos chapéus canotier, originalmente usados pelos gondoleiros.

- Leusa Araujo trabalha com moda, beleza e comportamento desde 1982 e tornou-se pesquisadora da área para o mercado editorial a partir de 1994, quando fez pesquisa e edição de texto dos livros Chic, Chic Homem (Senac), Chic[érrimo] e Alô, Chics!, de Gloria Kalil, além de Maquiagem, de Duda Molinos (Senac). Atualmente, ela trabalha como pesquisadora para a novela Cheias de Charme, da TV Globo. O Livro do Cabelo é seu segundo título de não-ficção, depois de Tatuagem, Piercing e outras mensagens do corpo (2005, Cosac Naify).-

Fonte: Meus5Minutos

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Na manicure: o perigo que você não vê


Contaminações na manicure podem lhe render doenças de dificil cura. E a culpa é da falta de higiene. Instrumentos como alicate, lixa de unha e pés,espátulas e palito podem transmitir doenças virais, bactérias e fungos. Além de hepatite C, que pode ser transmitida através de um alicate não esterilizado da forma correta, você pode ser vítima de doenças causada por fungos (como as micoses), que provocam descamação, bolhas e coceiras na pele e podem deixar as unhas mais grossa e opcas, além de causarem descolamento.
Certas verrugas, também transmitidas por vírus, podem atingir regiões ao redor das unhas das mãos e dos pés. O tratamento pode ser dolorido e demorado - sem contar que as verrugas podem se multiplicar na pele.A dica é ter o seu Kit individual, mantê-lo sempre limpo e levá-lo à manicure, E, em caso de problemas, nunca se automedique, pois há o risco de tomar um remédio que resulte em mais problemas.

Fonte: Revista ProTeste, edição 102, Maio 2011.